
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Uma mão humana

sábado, 7 de junho de 2008
Uma cançao que fosse só tua

sexta-feira, 6 de junho de 2008
Made for you
"All of these lines across my face
Tell you the story of who I am
So many stories of where I've been
And how I got to where I am
But these stories don't mean anything
When you've got no one to tell them to
It's true...I was made for you
I climbed across the mountain tops
Swam all across the ocean blue
I crossed all the lines and I broke all the rules
But baby I broke them all for you
Because even when I was flat broke
You made me feel like a million bucks
Yeah you do and I was made for you
You see the smile that's on my mouth
Is hiding the words that don't come out
And all of my friends who think that I'm blessed
They don't know my head is a mess
No, they don't know who I really am
And they don't know what I've been through like you do
And I was made for you..."
E nunca mais
Deixei de pronunciar palavras duras.
Para te amar ensaiei os meus lábios!
Banhei-os na água límpida das fontes.
Para tocar-te ensaiei os meus dedos!
Pus-me a escutar as vozes do silêncio...
Para te ouvir ensaiei meus ouvidos!
E, à força de esperar a tua vinda,
De cada braço fiz mudo cipreste.
E nunca mais vieste!"
quinta-feira, 5 de junho de 2008
palácios e pérolas

"(...)
foram bois
foram porcos
e eu palácios
e pérolas
(...)"
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Desse amor que eu nego tanto
"Já conheço os passos dessa estrada,
Sei que não vai dar em nada,
Seus segredos sei de cor.
Já conheço as pedras do caminho
E sei também que ali sozinho
Eu vou ficar tanto pior.
O que é que eu posso contra o encanto
Desse amor que eu nego tanto,
Evito tanto,
E que no entanto,
Volta sempre a enfeitiçar?
Com seus mesmos tristes, velhos fatos
Que num álbum de retratos
Eu teimo em colecionar.
Lá vou eu de novo como um tolo
Procurar o desconsolo
Que cansei de conhecer.
Novos dias tristes, noites claras
Versos, cartas, minha cara
Ainda volto a lhe escrever
Pra lhe dizer que isso é pecado.
Eu trago o peito tão marcado
De lembranças do passado
E você sabe a razão.
Vou colecionar mais um soneto
Outro retrato em branco e preto
A maltratar meu coração."
terça-feira, 3 de junho de 2008
Entre um anseio vão e um sonho vão
"Meu coração tardou. Meu coraçãoTalvez se houvesse amor nunca tardasse;
Mas, visto que, se o houve, houve em vão,
Tanto faz que o amor houvesse ou não.
Tardou. Antes, de inútil, acabasse.
Meu coração postiço e contrafeito
Finge-se meu. Se o amor o houvesse tido,
Talvez, num rasgo natural de eleito,
Seu próprio ser do nada houvesse feito,
E a sua própria essência conseguido.
Mas não. Nunca nem eu nem coração
Fomos mais que um vestígio de passagem
Entre um anseio vão e um sonho vão.
Parceiros em prestidigitação,
Caímos ambos pelo alçapão.
Foi esta a nossa vida e a nossa viagem."
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Livre mas triste
"Quando estou só reconheçoSe por momentos me esqueço
Que existo entre outros que são
Como eu sós, salvo que estão
Alheados desde o começo.
E se sinto quanto estou
Verdadeiramente só,
Sinto-me livre mas triste.
Vou livre para onde vou,
Mas onde vou nada existe.
Creio contudo que a vida
Devidamente entendida
É toda assim, toda assim.
Por isso passo por mim
Como por cousa esquecida."
domingo, 1 de junho de 2008
Nem já o pranto
"Como diferem das minhas
As penas das avezinhas
Que de leves leva o ar
Só as minhas pesam tanto
Que às vezes nem já o pranto
Lhes alivia o pesar
Comigo desta amargura
Mostram apenas na vida
A estrada já conhecida
Trilhada pelos sem ventura
Passam dias, passam meses
Passam anos, muitas vezes
Sem que uma pena se vá
E se uma vem, mais pequena
Ai, depois nem vale a pena
Porque mais penas me dá
Que felizes são as aves
Como são leves, suaves,
As penas que Deus lhes deu
Só as minhas pesam tanto
Ai, se tu soubesses quanto...
Sabe-o Deus e sei-o eu"
sábado, 31 de maio de 2008
Trocando passos com a solidão
"Não vou viver, como alguém que só espera um novo amor
Há outras coisas no caminho aonde eu vou
As vezes ando só, trocando passos com a solidão
Momentos que são meus e que não abro mão
Já sei olhar o rio por onde a vida passa
Sem me precipitar e nem perder a hora
Escuto no silêncio que há em mim e basta
Outro tempo começou pra mim agora
Vou deixar a rua me levar
Ver a cidade se acender
A lua vai banhar esse lugar
E eu vou lembrar você
É... mas tenho ainda muita coisa pra arrumar
Promessas que me fiz e que ainda não cumpri
Palavras me aguardam o tempo exato pra falar
Coisas minhas, talvez você nem queira ouvir
Já sei olhar o rio por onde a vida passa
Sem me precipitar e nem perder a hora
Escuto no silêncio que há em mim e basta
Outro tempo começou pra mim agora
Vou deixar a rua me levar
Ver a cidade se acender
A lua vai banhar esse lugar
E eu vou lembrar você..."
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Livre
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Ton corps comme un torrent de Lave
"Lave
Ma mémoire sale dans son fleuve de boue
Du bout de ta langue nettoie-moi partout
Et ne laisse pas la moindre trace
De tout ce qui me lie et qui me lasse
Hélas ..
Chasse
Traque-la en moi, ce n'est qu'en moi qu'elle vit
Et lorsque tu la tiendras au bout de ton fusil
N'écoute pas si elle t'implore
Tu sais qu'elle doit mourir d'une deuxième mort
Alors tue-la encore
Pleure
Je l'ai fait avant toi et ça ne sert à rien
A quoi bon les sanglots, inonder les coussins
j'ai essayé, j'ai essayé
Mais j'ai le coeur sec et les yeux gonflés
Mais j'ai le coeur sec et les yeux gonflés
Alors...
Brûle
Brûle quand tu t'enlises dans mon grand lit de glace
Mon lit comme une banquise qui fond quand tu m'enlaces
Plus rien n'est triste, plus rien n'est grave
Si j'ai Ton corps comme un torrent de Lave
Ma memoire sale dans un fleuve de boue"
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Entre a esperança e o medo
terça-feira, 27 de maio de 2008
Do meu amor viajante
"Não te quero senão porque te quero,e de querer-te a não te querer chego,
e de esperar-te quando não te espero,
passa o meu coração do frio ao fogo.
Quero-te só porque a ti te quero,
Odeio-te sem fim e odiando te rogo,
e a medida do meu amor viajante,
é não te ver e amar-te,
como um cego.
Tal vez consumirá a luz de Janeiro,
seu raio cruel meu coração inteiro,
roubando-me a chave do sossego,
nesta história só eu me morro,
e morrerei de amor porque te quero,
porque te quero amor,
a sangue e fogo."
sábado, 24 de maio de 2008
Rasgar a solidão
quinta-feira, 22 de maio de 2008
segunda-feira, 19 de maio de 2008
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Mil dias antes de te conhecer
"Vivia a te buscar
Porque pensando em ti
Corria contra o tempo
Eu descartava os dias
Em que não te vi
Como de um filme
A ação que não valeu
Rodava as horas pra trás
Roubava um pouquinho
E ajeitava o meu caminho
Pra encostar no teu
Subia na montanha
Não como anda um corpo
Mas um sentimento
Eu surpreendia o sol
Antes do sol raiar
Saltava as noites
Sem me refazer
E pela porta de trás
Da casa vazia
Eu ingressaria
E te veria
Confusa por me ver
Chegando assim
Mil dias antes de te conhecer"
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Até o fim

"(...)
Por labirintos e alçapões
Saiba que os poetas como os cegos
Podem ver na escuridão
E eis que, menos sábios do que antes
Os seus lábios ofegantes
Hão de se entregar assim:
Me leve até o fim
Me leve até o fim
terça-feira, 13 de maio de 2008
Minha Senhora
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Tarde demais
domingo, 11 de maio de 2008
sábado, 10 de maio de 2008
Os momentos de desgosto mais profundos e de desespero

sexta-feira, 9 de maio de 2008
Talvez o mais belo

"O poder ainda puro das tuas mãos
é mesmo agora o que mais me comove
descobrem devagar um destino que passa
e não passa por aqui
à mesa do café trocamos palavras
que trazem harmonias
tantas vezes negadas:
aquilo que nem ao vento sequer
segredamos
mas se hoje me puderes ouvir
recomeça, medita numa viagem longa
ou num amor
talvez o mais belo"
quinta-feira, 8 de maio de 2008
E as minhas duas mãos quebradas

Pus o meu sonho num navio
e o navio em cima do mar;
- depois, abri o mar com as mãos,
para o meu sonho naufragar
Minhas mãos ainda estão molhadas
do azul das ondas entreabertas,
e a cor que escorre de meus dedos
colore as areias desertas.
O vento vem vindo de longe,
a noite se curva de frio;
debaixo da água vai morrendo
meu sonho, dentro de um navio...
Chorarei quanto for preciso,
para fazer com que o mar cresça,
e o meu navio chegue ao fundo
e o meu sonho desapareça.
Depois, tudo estará perfeito;
praia lisa, águas ordenadas,
meus olhos secos como pedras
e as minhas duas mãos quebradas.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Só em minha alma é noite escura
"Não queiram mal a quem canta quando uma garganta esta desgarra
que a mágoa já não é tanta se a confessar à guitarra.
Quem canta sempre se ausenta da hora cinzenta da sua amargura
Não sente a cruz tão pesada na longa estrada da desventura.
Eu só entendo o fado plangente, amargurado, à noite a soluçar baixinho
Que chega ao coração num tom magoado, tão frio como as neves do caminho.
Que chore uma saudade ou cante a ansiedade de quem tem por amor chorado.
Oiço guitarras vibrando e vozes cantando na rua sombria
As luzes vão-se apagando a anunciar que é já dia
Fecho em silêncio a janela, já se ouvem na viela rumores de ternura
Surge a manhã fresca e calma, só em minha alma é noite escura.
Eu so entendo o fado plangente, amargurado, à noite a soluçar baixinho
Que chega ao coração num tom magoado tão frio como as neves do caminho
Que chore uma saudade ou cante a ansiedade de quem tem por amor chorado.
Dirão que isto é fatal, é natural, mas é lisboeta e isto é que é o fado..."
terça-feira, 6 de maio de 2008
Não conseguir aguentar a vida

domingo, 4 de maio de 2008
E por vezes feliz

sábado, 3 de maio de 2008
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Na realidade repetidamente

quarta-feira, 30 de abril de 2008
O vácuo e o porquê

segunda-feira, 28 de abril de 2008
Tu tens um fado, eu tenho outro
Que toda a gente ao ouvi-lo
Visse que o fado era teu.
Fado estranho e magoado,
Mas que pudesses senti-lo
Tão na alma como eu.
E seria tão diferente
Que ao ouvi-lo toda a gente
Dissesse quem o cantava.
Quem o escreveu não importa
Que eu andei de porta em porta
Para ver se te encontrava.
Eu hei-de pôr nalguns versos
O fado que há nos teus olhos
O fado da tua voz.
Nossos fados são diversos
Tu tens um fado, eu tenho outro
Triste fado temos nós."
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Juntos de outono, de água, de quadris

quarta-feira, 23 de abril de 2008
De te amar porque te vi

O que nunca te direi
Tu terias que entender
Aquilo que nem eu sei
Como quem sabe quem sou
Depois passam dias meses
Sem que vás por onde vou
Como nunvens pelo céu
Passam os sonhos por mim
Nenhum dos sonhos é meu
Embora eu os sonhe assim
Me fez só gostar de ti
Quando já tinha a certeza
De te amar porque te vi"
terça-feira, 22 de abril de 2008
Coisas Pequenas
"Coisas pequenas são
Coisas pequenas
São tudo o que eu te quero dar
e estas palavras são, coisas pequenas
que dizem que eu te quero amar
Amar, amar, amar
só vale a pena
se tu quiseres confirmar
que um grande amor não é, coisa pequena,
que nada é maior que amar
E a hora, que te espreita, é só tua
decerto, não será só a que resta,
a hora que esperei a vida toda
é esta
E a hora, que te espreita, é derradeira
decerto já bateu à tua porta
a hora que esperei a vida inteira
é agora
é agora."
Pedro Ayres Magalhães por Madredeus, in 'O Paraíso'
quinta-feira, 17 de abril de 2008
O que em mim vai
"Sopra demais o vento para eu poder descansar ...Há no meu pensamento qualquer coisa que vai parar.
Talvez esta coisa da alma que acha real a vida,
Talvez esta coisa calma que me faz a alma vivida ...
Sopra um vento excessivo...
Tenho medo de pensar...
O meu mistério eu avivo se me perco a meditar
Vento que passa e esquece, poeira que se ergue e cai...
Ai de mim se eu pudesse saber o que em mim vai..."
quarta-feira, 16 de abril de 2008
E se um olhar lhe bastasse
"O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p´ra ela,
Mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há-de dizer.
Fala: parece que mente...
Cala: parece esquecer...
Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
P´ra saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!"
terça-feira, 15 de abril de 2008
Um pôr-do-sol no pensamento

"Talvez não saibas mas dormes nos meus dedos
aonde fazem ninho as andorinhas
e crescem frutos ruivos e há segredos
das mais pequenas coisas que são minhas.
Talvez tu não conheças mas existe
um bosque de folhagem permanente
aonde não te encontro e fico triste
mas só de te buscar fico contente.
Oh meu amor, quem sabe se tu sabes
sequer se em ti existo ou sou demora,
ou sou como as palavras, essas aves
que cantam o teu nome a toda a hora.
(...)
Talvez não compreendas mas o vento
anda a espalhar em ti os meus recados,
e que há um pôr-do-sol no pensamento
quando os dias são azuis e perfumados.
Oh meu amor, quem sabe se tu sabes
sequer se em ti existo ou sou demora,
ou sou como as palavras, essas aves
que cantam o teu nome a toda a hora."
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Da alvorada que há em ti
"Queria conhecer os teus segredossexta-feira, 11 de abril de 2008
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Eterna, continuas...

Vagueio sem destino, pelas ruas,
O mar todo é de pedra... E continuas.
Todo o vento é poeira... E continuas.
A lua, fria, pesa... E continuas.
Uma hora passa e outra... E continuas.
Nas minhas mãos vazias continuas,
No meu sexo indomável continuas,
Na minha branca insónia continuas,
Paro como quem foge. E continuas.
Chamo por toda a gente. E continuas.
Ninguém me ouve. Ninguém! E continuas.
Invento um verso... E rasgo-o. E continuas.
Eterna, continuas...
Mas sei por fim que sou do teu tamanho!"
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Se querer-te fosse fácil...

terça-feira, 8 de abril de 2008
I'm just a small step behind you
"In this little town
cars they don't slow down
The lonely people here
They throw lonely stares
Into their lonely hearts
I watch the traffic lights
I drift on Christmas nights
I wanna set it straight
I wanna make it right
But girl you're so far away
Oh, hold still for a moment and I'll find you
I'm so close, I'm just a small step behind you girl
And I could hold you if you just stood still
I jaywalk through this town
I drop leaves on the ground
But lonely people here
Just gaze their eyes on air
And miss the autumn roar
I roam through traffic lights
I fade through Christmas nights
I wanna set it straight
I wanna make it right
But man you're so far away
Oh, I'll hold still for a moment so you'll find me
You're so close, I can feel you all around me boy
I know you're somewhere out there
I know you're somewhere out there
Oh, hold still for a moment and I'll find you
You're so close, I can feel you all around me
And I could hold you if you just stood still
Oh, I'll hold still for a moment so you'll find me
I'm so close, I'm just a small step behind you
I know you're somewhere out there"
David Fonseca (Feat. Rita Redshoes) in 'Our heart will beat as one'
sábado, 5 de abril de 2008
Dói no corpo devagar
"Esta palavra Saudade
Sete letras de ternura
Sete letras de ansiedade
E outras tantas de aventura
Esta palavra saudade
A mais bela e a mais pura
Sete letras de verdade
E outras tantas, de loucura
Sete pedras, sete cardos
Sete facas e punhais
Sete beijos que são dados
Sete pecados mortais
Esta palavra saudade
Dói no corpo devagar
Quando a gente se levanta,
fica na cama a chorar
Esta palavra saudade
Sabe a sumo de limão
Tem um travo de amargura,
Que nasceu no coração
Ai palavra amarga e doce
estrangulada na garganta
Palavra com se fosse
o silêncio, que se canta
Meu cavalo imenso e louco
a galopar na distância
Entre o muito e entre o pouco,
que me afasta da infância
Esta palavra saudade
é a mais prenha de pranto,
como um filho que nascesse
Por termos sofrido tanto
Por termos sofrido tanto
É que a saudade está viva
São sete letras de encanto
Sete letras por enquanto,
Enquanto a gente for viva
Esta palavra saudade
sabe ao gosto das amoras
Cada vez que tu não vens,
cada vez que tu demoras
Ai palavra amarga e doce,
debruçada na idade
Palavra como se fossemos
resto de mocidade
Marcada por sete letras
a ferro e a fogo no tempo
Ai, palavra dos poetas
que a disparam contra o vento
Esta palavra saudade
dói no corpo devagar
Quando a gente se levanta
fica na cama a chorar
Por termos sofrido tanto
É que a saudade está viva
São sete letras de encanto
Sete letras por enquanto,
Enquanto a gente for viva"
quinta-feira, 3 de abril de 2008
MINCAYENI: A case of you
And I said, "Constant in the darkness
Where's that at?
If you want me I'll be in the bar"
On the back of a cartoon coaster
In the blue TV screen light
I drew a map of Canada
Oh Canada
And I sketched your face on it twice
Oh you are in my blood like holy wine
Oh and you taste so bitter but you taste so sweet
Oh I could drink a case of you
I could drink a case of you darling
Still I'd be on my feet
I'd still be on my feet
Oh I am a lonely painter
I live in a box of paints
I'm frightened by the devil
And I'm drawn to those ones that ain't afraid
I remember that time that you told me, you said
"Love is touching souls"
Surely you touched mine
"Cause part of you pours out of me
In these lines from time to time
Oh you are in my blood like holy wine
And you taste so bitter but you taste so sweet
Oh I could drink a case of you
I could drink a case of you darling
Still I'd be on my feet
I'd still be on my feet
I met a woman
She had a mouth like yours
She knew your life
She knew your devils and your deeds
And she said
"Go to him, stay with him if you can
Oh but be prepared to bleed"
Oh but you are in my blood you're my holy wine
Oh and you taste so bitter but you taste so sweet
I could drink a case of you darling
Still I'd be on my feet
Still I'd be on my feet
I'd still be on my feet
terça-feira, 1 de abril de 2008
I’d like to call you sometime
"What would you do if I kissed you?
What would you do if I held your hand and laid you down?
Would you find me overly unkind to you?
Would you call me insensitive, and say that I deserve to die?
What do I do with all these feelings tearing me up inside?
What do I do with all these wasted hours dreaming of you at night?
I' d like to call you sometime…
What would you do if you knew the truth?
What would you do if I told you the story of my life?
Would you find me overly familiar towards you?
Would you call me crude, fling me aside to the birds?
What do I do with all these feelings holding me back inside?
What do I do with all these wasted hours dreaming of you at night?
I'd like to call you sometime
I'd like you to need me one time
I’d like to call you sometime
What would you do if I kissed you?
What would you do if I held your hand and laid you down?
Would you recognize it’s a need I've been fighting for so long?
Would you recognize it’s a hunger only you can fill?
What do I do with all these feelings warming me up inside?
What do I do with all these glorious hours dreaming of you at night?
I'd like to call you sometime
I'd like you to need me one time
I'd like to have you all the time
I'd like to call you..."
"I'd Like" by Freshlyground, in 'Nomvula'
segunda-feira, 31 de março de 2008
Todos os dias
quinta-feira, 27 de março de 2008
A cumprir uma pena
Porque será que não canto como canta a cotovia?
terça-feira, 25 de março de 2008
Tenho mais medo da vida
sábado, 22 de março de 2008
Say...
Forget these wide-eyed fears
I'm here, nothing can harm you
my words will warm and calm you
Let me be your freedom,
let daylight dry your tears.
I'm here with you, beside you,
to guard you and to guide you...
CHRISTINE
Say you love me every waking moment,
turn my head with talk of summertime...
Say you need me with you now and always...
Promise me that all you say is true
that's all I ask of you
RAOUL
Let me be your shelter
let me be your light
You're safe, No one will find you
your fears are far behind you...
CHRISTINE
All I want is freedom,
a world with no more night
and you, always beside me, to hold me and to hide me...
RAOUL
Then say you'll share with me
one love, one lifetime
let me lead you from your solitude
Say you need me with you here, beside you...
anywhere you go, let me go too
Christine, that's all I ask of you...
CHRISTINE
Say you'll share with me one love, one lifetime...
say the word and I will follow you...
Share each day with me,
each night, each morning...
Say you love me...
RAOUL
You know I do...
BOTH
Love me - that's all I ask of you
Anywhere you go let me go too
Love me - that's all I ask of you..."
sexta-feira, 21 de março de 2008
A promessa
segunda-feira, 17 de março de 2008
Destino
segunda-feira, 10 de março de 2008
Me aceitar sem você
"Eu pensei que pudesse esquecer certos velhos costumes, eu pensei que já nem me lembrasse de coisas passadas. Eu pensei que pudesse enganar à mim mesma dizendo que essas coisas da vida em comum não ficavam marcadas. Não pensei que me fizessem falta umas poucas palavras dessas coisas simples que dizemos antes de dormir. De manhã um "bom dia", na cama a conversa informal, o beijo, depois o café, os carros, o jornal. Os costumes me falam de coisas e factos antigos. Não esqueço das tardes alegres com nossos amigos. Um final de programa, fim de madrugada, o aconchego na cama, a luz apagada. Essas coisas só mesmo com o tempo se pode esquecer. Então eu me vejo sozinha, como estou agora e respiro toda liberdade que alguém pode ter. De repente ser livre até me assusta, me aceitar sem você, certas vezes me custa. Como posso esquecer dos costumes se nem mesmo me esqueci de você?"
da dupla Roberto Carlos/Erasmo Carlos
por Maria Bethânia, in 'As canções que você fez pra mim'
(O vídeo é absolutamente medonho mas era o que havia. Descobri esta música recentemente - esta semana - e gosto tanto que não resisto a colocá-la aqui. Sei que ando meio ausente e meio disperso. O Da.Inquietude tem ficado por actualizar. É mesmo falta de tempo, falta de paciência e falta de vontade. Melhores dias virão.)






